Não tenho certezas
Quando se ama as certezas
caem
Nada mais importa
Não sabes como fazer
Como atuar
O que é certo e errado
Experimentam-se teorias
Analisa-se cada palavra
Como um dogma
Para logo a seguir
esquecer
E voltar a pôr no novelo
Como duvida aberta
O meter na cabeça que
tenho
Tenho que ser assim
Tenho medo
E se não for assim
Como tenho que ser
Qual a proximidade ideal.
O que é o perto e o que é o longe e qual o tempo antes de estragar?
Por uns segundos ou o
resto da vida. Quem tem as respostas do destino?
Será que se as escrever
viram verdades absolutas.
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